E veio a primeira, O primeiro duelo foi entre Lilica e Tetê. Lilica a típica loirinha-de-peitão, dois dedinhos caídos, e Tetê a brasileiissima com seus escurinhos de bico pequeno. As outras quatro já com queixos doídos de tanto rir arrastaram as duas aspas lutadoras aspas para o centro do ringue, varreram com as mãos as pipocas que enchiam a cama, e as fizeram ficar cara a cara como boxeadores na TV. Soraia foi a juíza, repetiu a regra: era peito contra peito, com a vencedora sendo mais mulher que aquela que desistisse.
As restantes contaram três-dois-um enquanto os cabelos longos de anúncio-de-TV de Tetê e a cinturinha perfeita de violão de Lilica morriam de vergonha uma da outra e evitavam cruzar os olhares. Dois-um e não aconteceu nada, as duas ficaram com vergonha de se aproximarem e foi preciso um par de empurrões de cada lado para que as lutadoras ficassem, como disse a juíza e narradora Soraia, “à distância de golpe.” Foi só quando Tetê percebeu o próprio seio a dois centímetros do seio da rival, que respirou e concluiu que já que estavam ali era para aquilo mesmo, com as duas mãos segurou nas costelas de Lilica, e com um puxão súbito as trouxe para si. Os dois seios de cada uma das duas se encostaram. Foi o primeiro “golpe” do campeonatinho.
Mas o resto foi decepção. Como as duas jovens estavam de joelhos, elas só tinham impulso para agarrar uma nas costas na outra e puxá-la para si, os seios mais a se acariciar que a se golpear. Tetê cada vez menos envergonhada e temendo cansar daquele esfregadinho teve a idéia:
(continua)